Gosto de descobrir caminhos, de comer coisas diferentes, de ter a mochila às costas e de Ser, nem que por breves momentos, um bocadinho, o Outro.

Estes dias estive em Mértola. (O Alentejo, um dia ainda será, a minha segunda casa.) É uma vila com uma forte influência islâmica, com ruas estreitas e as casas todas branquinhas. A comida, nas primeiras refeições, não foi das melhores. Mas rapidamente descobrimos onde elogiar, mais uma vez, os petiscos alentejanos.
A D. Néné tem uma casa fantástica. É uma velhota risonha com a voz atacada pela tosse. O que a ajuda é mesmo o Martini no café Guadiana. "Ai menina, aqueles rapazes só brincam co' a gente."
Gostava de lá voltar. Ao Alentejo. Mais um cem número de vezes e por lá me demorar o que o tempo quiser.
1 comentário:
Realmente é uma sensação tão agradável ir com liberdade para espaços por descobrir!
Tenho saudades desse espírito!
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