sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Do Oriente

Os piratas já chegaram e eu ainda não os fui. Como é que ainda não morri é um mistério que não me tira o sono mas que me deixa de coração apertado. Apertadinho!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Sobre a Baixa da cidade ou os Homens são mais pragmáticos que nós

Eu: Nem imaginas. Não havia nem uma luzinha de Natal. Nenhuma. Que dor de alma!
Ele: O quê? Passaste na Baixa e não me trouxeste miniaturas salgadas. Assim, nem uma? Que dor de alma!

Será do Natal!?!?

E porque estamos no Natal, e só por isso, hoje o Sr. Eng. tem um jantar de trabalho e eu tenho um final de tarde, jantar e serão de muito trabalho. Diz que podia ser da crise. Eu cá me quer parecer que é do vício: lá em casa ninguém passa sem ter mil coisas para fazer. Gostamos mesmo de bulir até não nos aguentarmos nas canelas. Manias.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Coitada, é tola!

Quero cá saber: trabalho por gosto muito do que faço. Claro que a contrapartida ao final do mês é um poderoso incentivo. Mas nada, nada, se compara à satisfação de fazer uma coisa que nos vem do fundo. Mesmo que dê uma grande dor de cabeça (nem tudo são doces), mesmo que alguém se lembre, um dia, de desconsiderar (gente que não é capaz de ver os outro brilhar, há em todo o lado), mesmo que, por vezes, pense na segurança de um trabalho das 9-5h, eu sou muito aquilo que faço.
Depois há quem diga: ainda acredita no Pai Natal. Coitada, é tola!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O abc da embaraçada (take IV)

E pronto, algum dia tinha que ser "dia de Santa Maria": a malta empurra, literalmente com a barriga, o assunto até não poder mais. Assobia para o lado à puto: "não está cá ninguém"! Caramba, se me faz confusão os cursos de preparação para o parto, que mal tem? Ao resto, não me escapo. Sou certinha. Tenho ali tudo direitinho.(Também, que remédio tenho.) Mas a esta por...
E então vai que hoje é feriado e que me deu um de repente e liguei lá para os senhores na esperança que não estivessem abertos e eu me pudesses desculpar assim, com o Sr. Eng. Super simpáticos perguntam-me se já sou cliente, o meu nome, explicam da hora de almoço e o escambau. Rematam: "Sim sim, pode vir quando quiser até às 11 da noite."
Desligo com o telefone com o mesmo sorriso amarelo com que falei e só oiço o Sr. Eng. (aparentemente longe) do outro lado da casa a gritar (qual golo do Benfica nos 5 minutos de prolongamento): YEEEEE, é hoje!