quinta-feira, 30 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Só mais uma coisinha
terça-feira, 21 de julho de 2009
Diz que é uma espécie de restaurante
Ontem ao jantar fomos festejar aqui a Mestra. O povo todo, eramos 9 cabeças, escolhemos um restaurante perto de casa para ninguém ter que mexer nos carros. Ora pois, primeiro problema: a nossa preguicite. Chegados à porta o N. não gostou do aspecto. O meu pai também não. O J. disse que era bom porque já lá tinha ido. Decidimos entrar.
- Podemos sentar-nos na esplanada?
- Não porque depois nós não conseguimos circular.
- Ok. Nós entramos. Somos 8 com um carrinho de bébe.
O senhor traz a lista e diz que o que está assinalado não há. Diz também que as pastas e as pizzas não são especialidade da casa. Ok. Quase todos vão para os outros pratos. O meu pai pede bacalhau. Passados 2 minutos:
-Desculpe, mas acabou. Também não temos qualquer peixe para grelhar. Desculpe mas hoje é 2ªf e os fornecedores não vêm.
O meu pai pede para substituir o prato por favas com ovos escarlfados. Passados 2 minutos:
- Eu peço desculpa mas é 2ªf e por isso os fornecedores... é muito complicado. Por isso, as favas acabaram e não temos ovos.
Bom, aqui já o N. bufava mas o meu pai ainda não tinha perdido a calma:
- Então quero lombo de porco com farinheira sem migas. (pede o meu pai)
- Eu também quero mas com migas. E substitua o feijão verde por uma sala, por favor. (diz o N.)
Bom, chega a comida. A picanha era de uma vaca centagenária. A minha massa era a única que era boa (e pensar que os outros partos é que eram a especialidade da casa...). E o prato do N. veio sem migas. Perguntou ao senhor, à outra senhora que também estava a servir pelas migas e nada. Finalmente, o senhor pára na nossa mesa para nos dar atenção:
- E as migas? (pergunta o N.)
- Estão por baixo.
- (o N. levanta o prato e pergunta) Por baixo do quê?
- Não está por baixo da carne? Então é porque acabou.
O N. manda um olhar ao senhor que até eu me encolhi. Sinceramente e à distância de umas horas, até acho que o senhor teve bastante sorte porque o N. estava mesmo para lhe atirar o prato à cara. O senhor ainda teve tempo de compôr a coisa:
- Quer que lhe faça um bitoque? Eu trago-lhe um bitoque.
- Deixe! Traga-me arroz.
Bom, ainda pedimos mais umas coisas. Sempre que o fizemos, apelámos aos anjos que não houvesse qualquer tipo de problema com os fornecedores. Não houve.
Pedimos a conta. O senhor ofereceu uma água e uma imperial mas esta operação de charme não amançou o meu pai. Ficámos 10 minutos à espera, já fora do restaurante, que ele passasse a desanda no homem.
E pronto, fomos ao Fonte Nova vingar-nos nos gelados!
Àquela coisa, não voltamos. Jamé!
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Hoje, o 17 de hoje!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Gosto destas "coincidências", destas coisas das datas
A Cidade Velha de Cabo Verde é, a partir de 26 de Junho de 2009, Património Mundial da Humanidade. O reconhecimento pela UNESCO é o culminar de um projecto iniciado há 10 anos. A Cidade Velha de Santiago em Cabo Verde, berço da Pátria crioula, que nasceu e se desenvolveu por conta do tráfico negreiro, vulgo comércio de escravos, foi descoberta pelos portugueses em 1460 que aí construíram a primeira cidade do mundo nos trópicos, tendo sido capital do arquipélago até 1770. Que as pessoas que aqui moram, que habitam este lugar e pisam este chão, consigam exorcizar, em cada acto de liberdade, os tristes lamentos que ecoam da História. Que esta distinção lhes traga (nos traga) mais felicidade. Que seja alavanca de desenvolvimento e prosperidade, que se cumpra plenamente a marca "Património da Humanidade". Em espírito. Em festa.
Para deliciar os olhos: aqui.
Para ler a declaração premilinar, aqui.
Ontem até altas horas da noite
Ainda estou impressionada! Dormi profundamente. Sem pesadelos nem sobressaltos. Mas, fogo...
quinta-feira, 16 de julho de 2009
A vida que corre
No próximo sábado à noite o N. vai-se despedir da sua vidinha de solteiro, que se diga de passagem, já não leva há um ano. Eu vou para jantar com os fedonhos e tentar manter a estupidez natural. E no domingo lá nos juntamos para tocar a concertina e dançar o solidó.
Olho para o calendário e hoje já é 5ªf. Céus, o tempo passou a voar. A orientadora responde-me a dizer que afinal ainda tenho incorrecções na apresentação. Corrijo entre o pânico de encontrar mais gafes e enjoo de não conseguir olhar mais para aquilo.
Bom não vale a pena mais lamurias. Preciso de acabar isto rapidamente e com a melhor nota possível. Muita águinha para ver se me acalmo.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
P'ra variar
Assim só para quebrar a monotonia dos meus dias de casa trabalho, trabalho tese, tese outro trabalho, outro trabalho casamento, casamento casa.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Aceleramento
Ontem não tive tempo para comprar a porcaria do saco de boxe e acho que me fazia falta. Tive montes de pesadelos durante a noite e estou aqui que nem me aguento de sono.
Ora em compensação passei em casa dos meus pais. Pus a chave à porta e saltam, sabe Deus vindas de onde, 4 alegres crianças aos gritos. Nos primeiros 2 minutos eu só via cabeças e ouvia gritos. Uma verdadeira maravilha ao fim de um dia de trabalho!
Pois que a minha irmã não tinha roupa para o fedenhos todos e eu ofereci-me para ir ver qualquer coisa com ela ao Centro Comercial mais próximo. Fomos. Vimos. Comprámos. Reservamos o que não havia e quando olhámos para o relógio eram 8h da noite. Toca de voltar para casa. Chave à porta novamente e nada nem um piu. M-E-D-O! O que lhes aconteceu?
A minha mãe estava danada porque o meu pai tinha ido dar um passeio com os miudos e nunca mais vinha. A minha irmã assim que percebeu a coisa ficou a olhar entre o "é bom quando percebemos que há coisas que nunca mudam" e o "deem-me uma cama e fiquem todos bem para ai". Para complicar a coisa eles iam todos jantar a casa do meu irmão e eu tinha de ir para casa.
Pensei 2 segundos que se tenho fama de ser autoritária e acelerada o melhor é tirar proveito disso:
- liguei ao meu pai e combinei encontrar-me com ele e com os miudos na rua.
- desci com a minha irmã a reboque.
- encontrei-me com o meu pai e pedi-lhe para ir buscar ao carro dele uma cadeirinha de um dos miudos
- dei 2 minutos ao mais novos (8 e 6 anos) para deciderem quem ficava com o avô e quem vinha comigo (como não decidiriam entre eles naquele espaço de tempo, decidi eu!)
- dei a minha mala à minha irmã para ela ir para o carro com o mais velho e o mais novo
- o do meio foi ao carro com o meu pai buscar a cadeirinha
- eu peguei na Joana e levei-a até a casa. Entreguei-a à minha mãe e desci novamente com sacos de roupa e comida lá para casa.
- cheguei ao carro e descarreguei as coisas. Entretanto, chegou o meu pai com a cadeirinha do puto. O mais velho ficou também com o meu pai e eu segui com a minhã irmã e mais novo para casa do meu irmão.
Quando saí de casa do meu irmão eram 8.30h da noite! Nem queria acreditar no tempo que tinha demorado de uma coisa á outra. Feito. Liguei ao N. a dizer que ia para casa e fui!
segunda-feira, 13 de julho de 2009
De fim-de-semana
Ora pois a uma semana da defesa da tese, a 15 dias do casório, o meu fim-de-semana foi debaixo de uma nuvem negra chamada NEURA! Eu problemática??? Haaaa. Só assim um tantinho stressada. O suficente para levar o senhor que está prestes a casar comigo, a ter um verdadeiro ataque de nervos.
É que se eu gosto assim de fazer muita cosinha ao mesmo tempo, stressada então... assemelho-me a um furacão. De um lado para o outro, a combinar aqui e ali um almoço, uma ida à praia e, calcule-se só (para que fiquem aqui já comprovadas todas as minhas infinitas capacidades neuróticas) o caminho que levavamos entre um lado e o outro, eu emburrava. Senhores, não há mesmo paciência.
Ontem, ao fim da noite, depois da defesa da tese revista e de eu estar quase quase a "desligar" a cabeça, diz o gajo:
- Ahhh, este fim-de-semana foi mesmo à tua medida.
Eu respondo, desperta como nunca e com as defesas bem activas.
- O que é que quiseste dizer com isso?
E ele, sabiamente, responde:
- Nada nada.
Resultado, acho que antes de chegar a casa hoje, vou passar numa loja de desporto para comprar um saco de boxe. Eu estou a precisar.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
A brigada do vestido sairá à rua

Amanhã é dia de passeio! Mais uma volta, mais uma prova, mais umas coroas entregues às senhoras da loja e não me posso queixar muito porque a última prova foi-me oferecida!
A brigada continua a aumentar a olhos vistos. Se não fosse a Chocolate ter ido para a India eramos já 7. Assim, ficamo-nos pelas 6. Graças a Deus que é a penúltima prova. É que pelo andar da carrugem, ainda haveriamos de precisar de um autocarro. E tudo em nome aqui da gostosa!
Muito obrigada minhas queridas!
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Ontem que era quase hoje

Chegáram os 3 rapazões. Vieram a correr para os braços da criança que cá ficou e que atende pelo nome de avô deles. Digamos que a única diferença entre as 2 gerações são apenas 60 anos. Nada mais. De modo, que ontem quase à 1 da manhã o avô levou os netos a verem a praia e o mar. E depois de 24 horas de viagem em cima, os netos saborearam até à última o passeio. Ali deixaram já uma boa parte da sua "carga", mataram um bocadinho das saudades enquanto diziam ao avô: aqui, estamos a salvo. Aqui somos felizes.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Doces para crianças
Ontem fomos, inocentemente, comprar doces para darmos às crianças no Grande Dia. Ora, entre gomas e sugos, lá dêmos com uns chupa-chupas. Muito educativos, próprios para crianças, o lema era:
- Chupa k é doce!
E ainda se admiram que as crianças de hoje já nascem ensinadas. Não nascem. Os senhores que fazem produtos para elas é que são uns keridos!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Nervos
Parece que pela lei de Murphy, eu só podia defender a tese uma semana antes do casório. É que estava-se mesmo a ver. Mas está tudo bem. Sim sim. Tudo na boinha!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
O sotaque
Quem é que gosta da forma de falar dos Americanos? É pá, mas que coisa mais esquisita. Parece que têm uma batata quente na boca e que falam para não se queimar. Ou então parece que tem uma problema de fala. Oh caneco! E ainda conseguem uma proeza que eu achava que só os tugas conseguiam: rir estrondosamente. A particularidade: riem como se tivessem as tais batatas quentes na boca!
Assim, em termos de pronuncia, acho que ainda prefiro os Italianos. Parece que cantam. É giro!
quarta-feira, 1 de julho de 2009
mau mau
mau mau é eu estar cheia de sono. Já ter discutido com o N. por causa da salada do jantar, por causa da roupa suja, mais as trampas do casamento. Estar de volta (ainda) da apresentação da tese. Não ter recebido do museu, e os Deuses saberão o porquê. Amanhã, um dia cheio e eu estou a pé a esta hora. E, o melhor, ouvir a vizinha gemer como se fosse um bezerro (e o N. a gritar: Dá-lhe!).
Bom bom, era eu ir já para a cama. Irra, que dia!
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