sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Homens: nem todos são como o vinho do Porto

A minha vida amorosa é composta por, na sua larga maioria, gajos morenos. Assim de repente são alguns. Não que tenha sido uma Maria Vai Com Todos mas a verdade é que dei as minhas voltinhas antes de me alapar ao meu gajo (para nunca mais o largar, para todo o sempre). Ora destes gloriosos homens (sim porque para andarem comigo tinham mesmo que ter a referência: RECOMENDA-SE!) uns destacam-se porque depois de acabarem comigo andaram por essa vida à toa e eu juro aqui que não rogei praga alguma (mas toda a gente sabe que Deus castiga...). Outros porque me faziam as vontades todas e eu já concordei e volto a concordar com a afirmação: "se nós gostássemos de homens passificos, tinhamos namorado com monges budistas" (ou algo que o valha). E outros ainda que guardo com muito carinho e amor mas... que sejam muito felizes LONGE!
À parte deste grupo está um outro, minímo, composto por 3 ou 4 casos que não quiseram nada comigo. Ora como eu sou uma alma generosa, incluos sempre nas minhas memórias. O primeiro era moreno, alto com porte atlético (segundo a minha visão de 4 anos e o tamanho dele de 13!) charmoso. Para mim e na altura, era O MELHOR. Hoje, é pai de filhos, em altura não me chega ao ombro, tem barriga e, estou convencida que fez uma operação qualquer manhosa ao nariz. Aliás, o nariz do Sá Carneiro é um charme comparado com o dele! Um outro era moreno, olhos claros, betinho da cabeça aos pés e olhando para aquele pequeno deus de 15 ou 16 anos (eu devia ter para ai uns 12) achei que tinha encontrado o homem da minha vida. O gajo nunca me ligou nenhuma e só há pouco tempo é que percebi porquê. É que o gajo transformou-se num gótico-punk com uma crista com um metro de altura e brincos nas unhas. Como o Universo é perfeito: EU fui poupada de ter de incluir um camafeo destes na minha listinha. Por último, um outro também moreno, com um cabelo comprido, aos caraçóis. Estiloso mas com um bocadinho de falta de altura. (nada que um banco, escadote, qualquer coisa, não resolvesse) Também não quis saber de mim. E hoje (que alivio sinto) engordou para ai uns 20 kgr, tem o maxilar de baixo muito saido e um ar de tonhó que Deus me livre. Mais uma vez: ainda bem que fui poupada.
Assim, comprovo: aquela ideia de que os homens são como o vinho do porto, é um mito!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Aqui somos felizes: os tolos.

O N. é meu conhecido. Apenas. Oiço falar dele frequentemente mas nunca apareceu lá em casa (ou pelo menos não desde que eu acentei arrais por aqueles lados) nem participa nos convivios da malta. Não por falta de vontade dele mas porque toda a gente o tem na conta de tolo. Dizem que é de perder a paciência com tanta estupidez e/ou burrice. Para mim, como não tenho de conviver com ele, é me igual. Só que ontem o amável conhecido N. ganhou, aos meus olhos, um estatuto de referência. É que o N. é um tipo absolutamente feliz. Feliz porque comprou uma casa no meio de nenhures do outro lado do rio e está convencido que mora na Central Park de Portugal. Feliz porque conseguiu convencer os senhores da Opel de que não precisava de trocar as pastilhas dos travões porque do sitio onde mora até ao trabalho é sempre andar: não precisa de travar quase nada. Feliz porque casou com a mulher mais linda do planeta (e aqui para nós que ninguém nos ouve, a senhora é de fugir). Feliz porque tudo, absolutamente tudo o que os outros lhe dão a conhecer, ele já sabe como é, já viu, já conhece, gosta muito, mas ainda assim... prefere indiscutivelmente o que ele tem. E para mim, este auto-conceito é fascinante!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Só uma gaja entende isto (V)

3 calças compradas nos saldos durante o fim-de-semana. Ontem arranquei (à custa de muita lágrima) para ai 3 kilos das minhas pernas e virilhas. Hoje trabalho até às 9.30h da noite que é por causa das toces. 5ªf massage. 6ªf jantar com os amigos e Domingo, afinal, não trabalho.
Acho que tinha jeito para dondoca!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Gasi, Quasi ou lá o que é

6ªf depois de muito corre-corre lá chegámos a casa. Vontadinha para tratar do jantar? Nenhuma! Ao gajo apetecia-lhe indiano e como é perto de casa, bom e nada caro, lá fomos nós à tasca. O dono é do Bangladesh. Orelhas tipo dumbo, recebe-nos sempre com um sorriso de orelha a orelha. Nunca percebemos como é que o homem se chama verdadeiramente: Gasi, Quasi. Pouco importa. Senta-se connosco na mesa e só com o riso dele, nós desata-mo-nos a rir também. É uma fraca figura a nossa, eu sei. Fala mal português. Mete de quando em vez umas em inglês e como se não bastasse, é gago e posto isto, eu acho que não preciso de dizer mais nada... Temos o telemóvel dele que utilizámos uma única vez e sabe Deus como conseguimos fazer-nos entender quanto ao dia, ao que queriamos comer e às horas.
Continuando. Aconselha-nos sobre o que é fresco, o que é pouco picante e o que tem de novo. Deixa sair uma asneirola e com os olhos muito abertos e um tanto ou quanto aflito, diz-me só a mim: Ai, desculpe. Segue viagem para servir o resto dos clientes que invulgarmente, naquele dia, quase que enchem o restaurante. Temos assim mais tempo para apreciar o restaurante. Um ecrã gigante com música e danças de Bollywood. Símbolos e mais símbolos do yoga. A zona da caixa que comunica com a cozinha em forma de coreto, verde. Uma imagem de Nossa Senhora num altar ao canto (sem terço e com sorriso aberto). Não nos atrevemos a perguntar nada. Ficámos apenas boqueabertos. Veio a conta, o multibanco e o recado do nosso amigo: façam vocês o pagamento que eu tenho de ir ali.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Momento do lanche

Estou a comer um pacotinho de bolachas de soja e frutos secos, e quase quase quase convencida de que esta... coisa é boa. (Fdx! Este é o primeiro de muuuuuitos pacotinhos que tenho lá em casa.)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Na moda. Estar na moda

Outro dia combinei com a senhora minha chefa que da próxima vez que quiser vestir o belo do vestidinho com botinha preta e um casaquito vermelho a fazer pandan, é favor ligar-me antes. Sim que não piroseira pior do que vir de IGUAL à nossa chefe.
(qualquer dia ainda dizem que eu a engraxo.)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Esclarecimento à população

Minha gente, continuamos a confundir conceitos. Sim? Que tal aproveitar os saldos e comprar um dicionário. Hum? Ah, esqueçam. 1º os livros não estão em saldos. 2º é muito mais show off comprar uma prateleira interinha da Zara ou algo que o valha e estar na moda do que dizer 2 seguindas, com nexo. Então cá vamos:
1º uma coisa é individualismo. Outra individualidade. Boa? Não tem o cú a ver com a calças. E para os mais descrentes nesta juventude de hoje, eu afirmo e volto a afirmar que prezo muito a minha indiviualidade e que todos os dias da minha vida trato com muito beijinhos e amor dela. Ok? Pior: sinto-me muito bem com isso. Hã?
2º uma coisa é estar à vontade, outra é estar à vontadinha. É mais ou menos como se os Espanhóis agora dissessem que Portugal e Espanha é tudo território espanhol. Isto é estar à vontadinha. Ok?
3º uma coisa é discriminação, a outra é falta de bom-senso. Por incrível que pareça também não tem nada a haver. Ou seja, eu não estaciono o meu Xuxo em cima do passeio ou a tapar completamente a porta de um prédio não porque discrime os senhores que andam de cadeira de rodas ou as mamãs de carrinho ou mesmo as pessoas que vivem nesse prédio mas porque (pasmem-se!!) respeito o espaço vital do outro. E faço isso porquê? Porque uso bom-senso. Ok?
Muito obrigada.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Adolescente prespicaz

Ora começo eu a minha bela visita. O meu nome, as regras do "jogo", o espaço onde vamos entrar. Bora lá então. Páginas tantas:
- Senhora, senhora. - chama a adolescente ávida pela minha atenção.
- Está no céu. O meu nome é S. Então tu esqueceste do nome mais maravilhoso para rapariga??!!? O nome mais fantástico e sonante que há o mundo... - digo a pensar que era divertida.
- Isso é porque nunca ouvi o nome Patrícia. Mudava logo de opinião.
Pimba! 1 a 0 ganha a equipa adversária.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Foi assim

A Arca Velha já não existe como tal. De momento, o espaço é ocupado por um pequeno restaurante com uma frequência duvidosa. Eu passei a vergonha da vida quando levei lá o pessoal, confiante de que os senhores da internet não permitem a divulgação de coisas que já não existem. Ora pois... Final da tarde de domingo e eu a desfazer-me em desculpas depois de tentarmos confirmar não sei quantas vezes se aquela era mesmo a casa de chá que procuravamos. Toca de voltar para Lisboa à procura de um chá quentinho. Apontámos a viatura para Alvalade. Ora pois... o tio da vizinha do primo da melhor amiga da empregada adoeceu pelo que a senhora não foi trabalhar. E a cunhada da filha do irmão mais velho do tio do empregado partiu uma perna, de modo que o senhor também não foi trabalhar. No que é que isto resulta? Numa 2nd edition do: eh pá, vocês desculpem. Eu não sabia que hoje a casa estava fechada.
E como é que este final de tarde termina? 2 fragos assados, um pacote de batatas fritas, uma salada e uma promessa de chá para outro dia, em nossa casa!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Afinal é 6ªf e...

continua a chuva, os meus pés gelados, a pouca vontade de produzir e o ansiedade desmedida pelo fim-de-semana (não trabalho no Domingo). Por isso, por qual é que eu vou começar?? Tenho de passar em todas!
Tea Room, Alvalade (o mais mais em tudo, até no preço!)
As Vicentinas, Lisboa (não conheço mas vou passar a conhecer, ai isso é que vou)
A cultura do chá, Bairro Alto (hummmm maravilhoso!)
Arca Velha, Charneca da Caparica (que aspecto! E pensar que passei lá verões e verões...)
Café Saudade, Sintra (a Tia Natália, ou lá como se chama, também bom. Mas este não é mau!)
A Chaleira, Carcavelos (infelizmente já não é o que era...)

Recados da Avózinha

Filha, tu dorme pelo menos 8 horas todas as noites. Olha-me essas olheiras!! E vê-lá o que andas a comer: um lanchinho a meio da manhã e da tarde faz sempre bem. Olha a fruta e os legumes que te fazem bem à pele. Tens sopinha no frigorifico? Então é fim-de-semana e vais trabalhar? Ai, tu ainda me adoeces para ai... Tu não queres que eu vá lá a casa dar-te um jeitinho? E a roupa?? Precisas de deitar algumas coisas fora e de aproveitar os saldos para comprar outras coisas. Acho que andas assim com falta de forças o melhor é ires já ao médico. Gorda??? Ai querida, tu estás um pau de virar tripas.
Esta é uma conversa normal de avó, mãe, tia mais chegada ou qualquer outra entidade feminina mais velha com instintos protectores. Parece que a partir de determinada idade as hormonas, em vez de darem para outra coisa qualquer, dão para tomar conta de... E nem sem bem porquê (ehehehe) lembrei-me disto esta manhã. (Será que eu vou ser assim???)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Programa 5 estrelas

Sair do trabalho com tudo feito e não pensar mais no assunto até hoje às 9.30h da matina. Chegar a casa e chover a cantaros lá fora (para já não falar do vento). Tirar as botorras cheias de água e fazer uma bela sandocha. Saborear o menu enquanto a banheira enche (com um kilo de espuma de banho lá dentro). Tomar um daqueles BANHOS! Aquecer o jantar. (pronto, esta foi a parte que não correu assim tãooooo bem. Redon não combina nada com este programa.) Comer em frente à televisão. Passar pelas brazas com a barriga cheia. Ser acordada pelo gajo que estava com um spide que Deus me livre: "vamos arrumar isto!" Pumbas, cozinha com a gente (arruma loiça limpa, pôr loiça na máquina, limpar fogão e lava-loiça, varrer cozinha, pensar no jantar do dia seguinte, conferir se há pão para o pequeno-almoço. Qual dona de casa no seu melhor.). Ok. Apagar luz da cozinha e aterrar no sofá. Adormecer imediatamente e roncar até às 00.30. Acordar e em modo zombie, ir para a cama e continuar a ronca até hoje de manhã (de madrugada!).
(Eu realmente sou mesmo pobresinha. Contento-me com estas coisinhas, pequeninas.)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Eu em modo fatalista, melo-dramático

É por causa da porcaria de tempo que está por estes dias que eu não seria capaz de viver num país do norte da Europa. Tudo bem que a organização é não sei o quê e o custo de vida não sei que mais e ... mas nada sunstitui o Sol, a praias, o mar imenso, o calor. Este tempo assim só me dá para dormir, comer desalmadamente, chorar quando vejo ou leio noticias trágicas e andar com os olhos meio abertos por causa da depressão que se abate em mim.
Um dia quando for grande vou ter tanto dinheiro mas tanto dinheiro que vou passar um ano inteiro a viajar pelo mundo fora. Assim, só para me recompôr da tristeza que se está a apoderar de mim, por estes dias.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Grande filme


Ainda estou meia apardalada como diz a minha mãe. O filme de ontem à noite deixou-me assim, como hei-de dizer, meia lá, meia cá. As 3 horas passaram num instante e os oculos não me fizeram grande confusão. Portanto, quiçá não volto lá... Fantástico!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Os senhores da Ferrero são uns aldrabões: os chocolates resistem muito bem ao calor!

Outro dia fomos ao supermercado. Ah e tal está aqui esta embalagem de crepes: 16! Fixe, diz o gajo, assim não temos de andar sempre a comprar. Ok. Trouxemos. Contentinhos com os ditos crepes de maçã.
6ªf passada a Cara de Bolacha e o respectivo foram lá jantar. O meu gajo decretou logo jantar com tudo o que faz bem à saúde: morcela assada, queijos, pimentos padron assados, salgadinhos e outras coisas nutritivas. (Se é assim ao natural, imaginesse se conseguisse algum dia engravidar... Céus!!) Para rematar? Os ditos crepes. Problemasisinhonho: só tinhamos os crepes. O recheio de maçã acho que se perdeu algures entre a fábrica e os senhores do supermercado. Pois o que se seguiu foi uma sequência muito feliz que eu registei quase como se fosse um antigo albúm de fotografias.
Diz o meu gajo (qual mente iluminada):
- Eh pá, temos ai montes de Ferreros roché no Natal.
Momento seguinte:
- Quantos ponho em cada crepe? 3, 4?
Momento seguinte:
- Isto precisa de mais tempo no microondas. Ca granda bomba! Até já sai por fora...
Momento seguinte:
- Eh pá, a única coisa que estraga é mesmo a bolacha não ter derretido.
Momento seguinte:
- Amor, estou um bocado mal disposto.
Momento seguinte (ao deitar):
- Acho que não estou muito bem...
Momento seguinte (na manhã do outro dia):
- Tenho de ligar à Cara de Bolacha e ao gajo para saber como é que eles passaram a noite.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Talvez seja melhor eu calar-me...

Quem não vê, devia começar seriamente a ver. Faz parte da cultura geral, do ser português enfim, o que ali é disto é um bocadinho do que cada um de nós é. 5 para a meia noite é um dos meus programas preferidos do momento. Não gosto de todos os apresentadores nem de todas as rubricas mas é também por isso que acho que o programa é um pequeno resumo da diversidade tuga. Ora na 4ªf à noite vi o Nilton a entrevistar a Vaca Malhoa. M-E-U D-E-U-S!!!!! O tema foi a ressaca e realmente... assim que terminou o programa eu senti-me assim, como hei-de dizer, menos bem. Quase quase a precisar de um comprimidinho. Se não vejamos:
1. - Quem é que penteou o cabelo da Ana Malhoa? E a doida em vez de se passar com o tipo ou a tipa, ainda lhe mandou um beijinho de agradecimento. Senhores!
2. - A Malhoa fez uma operação plástica à cara e esticaram-lhe demasiado a pele: é por isso que ela não consegue dizer uma frase sem esticar o pescoço ou a boca? E aquilo é rir? (Volta Catarina Furtado com os teus tiques. Estás perdoada.)
3. - O estudio é assim tão frio para a senhora estar de luvas? Ainda por cima se não se sente confortável com aquele acessório horrivel, porque é que o levou?
4. - Assim só para nos entendermos: Índia é nome de país , não de criança. Ok?
5. - Talvez seja boa ideia calar-me porque uma tipa que tira o bigode da boca para o colar um bocadinho mais abaixo, em frente às câmaras, ou que fala de uma amiga de cantorias, a Rute Marlene, como alguém que tem moscas à volta ou é parecido com uma porca... não sei. Talvez seja mesmo eu calar-me...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Um dia... um dia é dia de Santa Maria

Um dia chegamos à escola e de olhos arregalados pensamos que os mais velhos que estão 9º ano prontos a escolher a área, é que são crescidos. Depois chegamos ao 9º ano e percebemos que nos mantemos no mesmo estado infantil. Nessa altura juramos que quando estivermos no 12º ano é que seremos "grandes". No 12º ano perdemo-nos entre o pânico de não entrar na Faculdade, os namoros mal resolvidos e os amigos das borgas: sentimo-nos uns fedenhos. Temos então a certeza de que quando entrarmos para a Universidade é que seremos homens e mulheres de verdade. No 1º ano do curso só temos vontade de gritar entre a alegria de um sistema de ensino novo e o "e agora? se ao menos eu já fosse crescido!!" Nessa altura, convecemo-nos de quando terminarmos o curso seremos capazes de responder à altura: um adulto de plena consciência. Quando terminamos o curso percebemos que somos tão crianças dentro do mercado de trabalho como quando entrámos para a escola. É então que pensamos que quando comprarmos a nossa casa é que será; qual fita a marcar o fim do estágio infantil e e entrada no mundo dos crescidos. Quando a casa está comprada sentimo-nos minimos face a divida que temos com o banco, os vizinhos marados, a água, a luz e o gás. Pensamos milhentas vezes que se ao menos fossemos crescidos...
É por isso que hoje olho para quem tem emprego, casa para pagar e filhos para criar e penso: eh pá quando tiver putos é que vai ser. Vou-me sentir uma crescida de verdade! De pleno direito e consciência.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Só uma gaja entende isto (IV)

Época de festas encerrada. De olho posto no ginásio. É desta que começo a dieta. Nada de doces (chocolates, sobremesas e afins). Muitas caminhas. Muito grelhado e cozido. Sopa com fartura. Frutas aos kilos. Enfim, "no princípio era o verbo" por isso EU VOU PERDER PESO.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Aqui somos felizes: passeio de domingo à tarde

O gajo não gosta de Paula Rego mas como é início de ano e até estava a chover e a malta estava enfiada em casa com pouca vontade de trabalhar e o edificio do museu é uma obra arquitectónica digna de ser apreciada, lá fomos nós ontem à Casa das Histórias. Dei-me por vencida quando o gajo me segreda:
- Há personagens a ver este museu que andam à procura da pintura de onde sairam.