É favor irem ouvir com muita atenção a entrevista que ontem o Dr. Alberto, o GRANDE da Madeira, deu à Judite de Sousa. Más criações à parte, algumas fugas estratégicas às perguntas da jornalista, o senhor esteve muito bem. Vale a pena.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
As ciclopaciências desta cidade
Adoro bicicletas. Tenho preocupações ambientais e com o colestrol de cada um. Sou a favor do controlo da circulação de automoveis em determinadas zonas da cidade e odeio fundamentalismos. Por isso, É FAVOR MANTER AS 2 FAIXAS DE RODAGEM PARA CARROS (se possível aumetar para 3) EM TODA A AV. DO BRASIL. É que assim só para os mais distraídos, esta é uma das avenidas de apoio à 2ª circular, a estrada mais movimentada de toda a cidade!
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Fazer diferente
E entretanto a malta cresceu. Diz o cartão do cidadão que não somos já jovens adultos mas adultos de plenos direitos e deveres. Ora é nesta altura (não para todos, ok!) que percebemos que é muito mais fácil fazer como fizeram connosco do que inventar um novo caminho. Na verdade, a crítica ou o conformismo são óptimos aliados de uma filosofia de vida muito pouco interventiva. Às vezes, faze-mo-lo sem ter a perfeita consciência, outras por pura inércia. E que mal nos fica.
Se não gostámos de ouvir, se não gostámos do que fizeram connosco porque não imaginar uma outra forma? Talvez porque dê trabalho, talvez porque implique sair de uma zona de conforto onde nos é possível dizer: Ah! mas se fizeram assim comigo, a culpa não é minha. Talvez porque o nosso crescimento foi tão enviusado que agora julgamos que o suposto "opressor" é, afinal de contas, um herói.
Não sou fanática porque nada mas começo a achar que antes do cartão do cidadão atestar que fulano X é adulto, o tal fulano deveria passar por uma prova. Nada de conhecimentos teóricos, nada de grandes filosofias ou de saberes feitos mas uma prova de vida onde ele demonstrasse que consegue pensar por si no seu processo. Quero eu dizer que (mais uma vez, fundamentalismos à parte) é essencial à declaração de ADULTO um auto-conhecimento, uma auto-análise, um processo de reflexão profunda sobre nós: o que nos aconteceu, do que gostámos, do que não gostámos e se o que fomos hoje é assim tão diferente do que já fomos. Acredito na responsabilização (e por favor, não confundir com culpabilização) do fazer diferente.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Ponto da Situação
A Cara de Bolacha por enquanto ainda não tem barriga (só enjoos com fartura);
O meu gajo quer ir de fim-de-semana com um colega idiota (e o pior: quer-me convencer que vai ser fixe);
Os putos já vieram de Moscovo e adoraram;
O almoço com a Tiazada toda é já do Domingo (e embora a hora de início do banquete esteja marcada para as 13h, umas das Tia avisou-me logo que estava lá em casa por volta das 12h. Gosto do à vontade!);
Ontem os putos portaram-se bem na actividade. Os pais nem tanto;
Continuo a trabalhar ao fim-de-semana respeitando religiosamente o período de Quaresma;
A minha dieta mantêm-se: em pausa;
Este semestre vai ser sempre a bombar com o gajo a chegar todos os dias a casa depois das 8 da noite;
Mudei de sala no trabalho e, qual bicho horrizado com a monotonia, estou mais produtiva que nunca;
Ainda não temos empregada doméstica, o que serve para alimentar um qualquer sentimento de irra às lides de casa, do meu gajo;
Ainda não me inscrevi no yoga (prometo! É para o mês que vêm)!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Quero aprender a ser chefe

O João tem 5 anos e anda no Jardim de Infância. A Ana é a Educadora que registou a conversa. A ideia era dar continuidade a um trabalho de aprendizagem auto-regulada. Desta vez a temática era as profissões. Assim:
João - Ana, quero aprender a ser chefe.Ana - Muito bem. E do que precisas para aprender a ser isso?
João - (pensou durante algum tempo) Então, preciso de saber se todos os meninos aqui da turma gostam de mim ou não.
Ana - E como vais descobrir isso?
João - Com uma máquina que veja corações.
Ana - Muito bem. Então constrói a máquina.
O João construiu a máquina com os materiais que quis e de seguida foi fazer trabalho de campo. No entanto, a Educadora chamou-o atenção para o facto dele ter de escrever os resultados da sua pesquisa. Assim, pela sua própria mão construiu uma tabela onde escreveu todos os nomes dos colegas e à frente uma coluna que dizia: Gosta. Não gosta.
Ana - João, agora à medida vais vendo os corações dos teus amigos, vais pondo uma cruz numa coluna ou na outra.
À medida que o trabalho foi sendo feito o João ia dizendo, muito contente à Educadora, que havia mais um menino da turma que gostava dele. Quando terminou a sua pesquisa, o João falou com a Educadora.
Ana - Então João quantos meninos gostam de ti?
João - Não sei.
Ana - Então olha para a tabela e conta.
(O João contou)
João - Ana Ana, são todos! Todos os meninos gostam de mim.
Ana - Boa. Para terminar o teu trabalho só precisas então de fazer a conclusão onde vais dizer o que descobriste.
João - Todos os meninos gostam de mim por isso eu já posso ser chefe.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Ainda sobre o Xuxo
Passei-me com os senhores que me venderam o Xuxo. Ora pois que o meu mais que tudo ainda não deu problema algum e mesmo quando a Ford Range aterrou quase em cima dele, o meu Xuxo foi um verdadeiro herói. Só que os senhores das mil promessas (todas cumpridas até à data. ok! nada a reclamar!) enviaram-me um questionariiiissssiiiiinnnnhhhhooooo só com 4 FOLHAS ESCRITAS DE UM LADO E DO OUTRO. Começaram com coisas normais tipo a versão, cilindrada e motor do Xuxo mas a partir dai... senhores!
Quantos Kms faz durante num dia normal e quantos Kms tenciona fazer com o seu automóvel novo nos próximos 12 meses, incluindo férias? (Muitos. Serve?)
Qual foi a forma de pagamento do meu Xuxo? O grau de satisfação relativamente ao concessionário que o vendeu: de 1 a 10 completamente insatisfeito, completamente satisfeito. Aspecto geral da sala de exposição, informações fornecidas acerca dos diferentes modelos. (eh pá eu não reparei se os vidros estavão sujos ou se o Sr. António sabia mais do Pryus ou do Corolla. Digo eu que o que me interessava era saber se ele sabia do meu Xuxo.)
A razão que levou a comprar carro nesta altura. As fontes que utilizei para saber mais sobre o meu Xuxo. Antes de tomar a decisão final, considerou outros modelos como alternativa? As expressões que eu utilizo para qualificar o meu Xuxo: elegante, sexy, poderoso. Os factores que PODEM ter influenciado a minha escolha: motivos ambientais - de 1 a 4 Concordo completamente, dicordo totalmente.
Nesta altura, não iamos nem a metade e eu só pensava em como tinha sido inteligente passar este qqqquuuuessstttiiiooonnnarrrriissinhhhhoo ao meu gajo.
A seguir perguntaram-me tudo o que era possível perguntar sobre o meu saudoso Jimbras: se era da mesma marca que este, que destino dei ao meu Jimbras (estúpidos sádicos. Transformaram o meu Xuxo numa lata de sardinhas e ainda tem a cara de pau de fazer esta pergunta!), o grau de satisfação de vários aspectos do meu Jimbras (muito bom a tudo. Cretinos! Depois do que lhe fizeram!!)
Depois perguntam quantos automóveis temos cá em casa. O número de pessoas que constitui o meu lar (nº de adultos, crianças, velhos e fantasmas, não?) A nossa instrução. Se temos acesso à net em casa. Quais são os nossos passatempos. Se pensamos comprar um automovel pela net (como é que estes tipos sabem que é só quase isso que falta?) A nossa opinião sobre automovéis, sendo que a minha preferida é: um automovel permite-me exprimir a minha personalidade. Concluem com um pedido pequeno: o redimento do nosso agregado!
Pronto. Agora vou fazer ali um pequeno documento de 2 ou 3 folhas com OUTRAS informações importantes que eu QUERO que os senhores fiquem a saber. Tipo: quem é que transporto normalmente no Xuxo? O que é que o meu pai achou da compra? Numa escala de 1 a 5 (discordo c....) digo se estive quase quase a mando-los dar uma volta com este questionário. Se eu já me recompus daquele cheque que dei ao meu gajo para preencher (sim que aqueles zeros todos atrofiaram-me a mão) e que serviu para trocar pelo meu Xuxo? O que comi hoje ao jantar? De que marca são as calças do gajo? Em que ano a minha mãe nasceu? Numa escala de 1 a 5 indico a vontade de mandar a vizinha de baixo para outro prédio. Já volto aqui.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Ainda a propósito do Tea Time: o 794
Pois é. Desço eu a R. Augusta e já era noite serrada. Chego à Praça do Comércio e está tudo em obras. Porra! Esqueci disto. A primeira paragem diz: Desactivada em letras garrafais. A segunda: Desactivada em letras mais pequenas. Na terceira (escolhia só por tinha 2 ou 3 pessoas sentadas e se por acaso estivessem enganadas, pelo menos não seria só eu a fazer figuras) tento perceber qual seria o número da carreira que me interessava. Se não quando, chega-se uma senhora ao pé de mim e pergunta para onde quero ir.
- Expo, minha senhora. Por favor, não assim tão longe nem tão complicado. Pois não? (Eu já quase desesperada!)
- Então, está a ver ali o Ministério? Vai por essa rua sempre em frente e mesmo à porta do Ministério está lá a paragem. - responde-me a senhora.
Sigo tudo à risca as indicações quando vejo o 794 - Parque das Nações. Entro no bicho e sentadinha tenho dos pensamentos mais precipitados e infelizes da minha vida:
- Ah! Que bom. Nem tive de esperar nada. Agora é um tirinho até casa. É sempre em frente. Não tem nada que enganar.
Ora até à Madredeus correu tudo muito bem, mas no cruzamento já em Xabregas o estúpido do autocarro virou para a esquerda em vez de para a direita. Penso:
- Ah! Não faz mal. Ele já vira depois na Bela Vista.
(sobre pensamentos precipitados e infelizes estamos conversados não é?)
Ora na Bela Vista Em vez de virar à direita, o ca*** do autocarro virou para a esquerda e eu fui conhecer as Olaias, Marvila, passei na pastelaria Gata e na casa de frangos Pipi. Mais à frente tento perceber onde estou mas desisto rapidamente. Páginas tantas, avisto o ISEL e penso:
- Ah! Agora é que é. Sempre em frente e já lá estou.
(sobre pensamentos precipitados e infelizes não vou dizer mais nada.)
O parvalhão do motorista vira para Chelas e de lá desce em direcção à alfandega e quando chega aos semáforos e eu estou prestes a dizer: Passe para cá já o autocarro que agora quem conduz sou eu! o estúpido, em vez de virar para a esquerda vai dar a volta à rotinda do Braço de Prata. Foi nesta altura que eu me preparei para ir até Odivelas, Sacavém e Vila Franca de Xira antes de chegar a casa.
Quando finalmente páramos à minha porta eu salto para fora do autocarro e dou um grito: yeeeee! Foi a alegria que não pude conter!! E assim, depois de uma hora e meia às voltas, abraço longamente o gajo e conto as minhas desventuras. Nesta altura o gajo pergunta empolgado:
- E amor, então viste aquelas vivendas em Marvila muitas giras, tatatata.
- Não! O autocarro tinha os vidros escurecidos!
Ainda a propósito do Tea Time: o Metro
Despedi-me das gajas e meti-me no metro do Rossio. Passo o belo do cartão nas máquinas e pimba, não tinha dinheiro suficiente para ir dali até à próxima paragem ou até ao fim da linha. Nada. Sim porque dizem que este cartão é muito bom mas a verdade é que não dá para carregar com viagens. Só com guita. Ora vou tentar carregar este maravilhoso cartão num quiosque do Metro e pimba. Fechado. Como é que eu sei? Porque perguntei a um senhor que tinha uma chapa na lapela identificando-o como trabalhador de onde? Pois é, do METRO! Fantástico. Ora toca de ir às máquinas. Só consigo carregar o famoso cartão com guita, já tinha dito, não é? Não tenho suficiente. Fui ao multibanco ali ao lado. Pimba. O atrasado mental também não tinha guita. Volto à máquina e o carocho que estava lá ao fundo a pedir (claro, estamos a falar de uma estação de Metro. É normal que haja carochos a pedir...) vem a correr para me explicar como é que aquela m*** funcionava. (esta é a parte que já não é assim taõ normal!) Eu estava quase a dar uma trinca à máquina quando o carocho começa a carregar freneticamente (eu até fiquei parva com a destreza do bicho a mexer naquela máquina estranbolica) enquanto dizia: Faz assim, e assim e assim e assim. Os meus olhinhos aos saltos entre o dedo dele e o ecrã. Ora como não tinha guita suficiente para carregar o cartão, digo-lhe que quero um bilhete novo. Voltámos à mesma música. Então, faz assim e assim e assim. (foi tal o ritmo e eficiência da coisa que eu só me perguntava porque é que os senhores do Metro não contratam o carocho.) É 1,30€. Pimba. Não tenho guita. Canso-me daquela conversa, rogo mil pragas às máquinas, ao sistema capitalista e mais ao filha da mãe do gajo da estação de Metro e decido ir de autocarro para casa.
(mais tarde quando contei esta minha pequena aventura ao gajo, ele só me perguntou incrédulo: Eu não acredito que tu pediste uma moeda ao carocho?!?! Aaaaahhh! Eu lá era rapariga para uma coisa dessas.)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Resultados do Tea Time
Ora muito poderia eu contar aqui sobre a viagem que fiz entre o Rossio e a paragem do autocarro da rua abaixo da minha mas por hora abstanho-me. É que foi quase traumática a filha da .... da viagem. Ficará para outra núpcias. Por hora, como eu dizia e bem, fica aqui agravado para todo o sempre o momento alto do Tea Time.
- Eh pá então mas se tu têns a certeza do que queres, está tudo certo!
- É justamente por eu saber o que quero que não está nada certo.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Tea Time

É p'ra manhã. Cházinho. Riso parvo. Piadas feministas. Uma saida à noite onde pilinha, não entra, para a outra semana. Eu sei lá! Há que séculos que não as vejo. A amiga C. gostava de ter uma criança. A Chocolate uma casa. Eu um outro emprego. A Chocolate gostava de trocar de familia (quem não gostaria?). A Amiga C. de pensar só mais um bocadinho para perceber... Eu de não complicar a soma simples de 1+1.
A Chocolate faz e quer lá saber se alguém gosta ela por isso ou não. A Amiga C. deixa correr e não quer saber. Eu aprecio a diversidade que há em nós.
(é verdade que sem o meu gajo eu não seria eu. Mas sem elas, eu seria muito parecida com um bichinho atrofiado com medo de tudo.)
É p'ra manhã!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Aqui somos felizes: dormir (II)
São já conhecidos os meus diálogos com o gajo quando um de nós está a dormir e o outro acordado. Nós queremos muito acreditar que isto acontece só porque gostamos tanto de falar um com o outro que mesmo a dormir, insistimos em falar. Pouco importa se o que está acordado não percebe nada. O que interessa é a (suposta) interacção. Ora noutro dia, o gajo diz que eram para aí umas 3 ou 4 da manhã quando eu alto e bom som lhe pergunto:
- O que é que se passa?
- O que é que se passa com o quê? Estava a dormir. Assustaste-me. - responde ele.
Eu, está-se mesmo a ver, sou uma mulher que não se contenta com uma resposta que é, no fim de contas, uma pergunta muito menos se deixa abalar por estados de espírito alterados. Insisti:
- Sim, mas o que é que se passa?
Nesta altura, o gajo perdeu a compostura e disse-me:
- Eh pá, oh S. mas o que é que se passa com o quê? Tu dorme mas é!
E eu, qual cachopa obediente, virei-me para o outro lado e não dei nem mais um pio a noite inteira.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Ao lado...
Ele há dias assim. Chegamos ao trabalho cheios de pica, prontinhos a ser produtivos até à 5ª casa e não acontece nada. É o dia inteirinho agarrados ao PC sem que uma mosca passe à nossa frente. Noutros, saimos de casa a dormir, chegamos ao trabalho sem conseguir ainda abrir a pestana e quando damos por ela é quase meio-dia e não páramos. Telefonemas, mails, informação que tem de ser tratada urgentemente, o mundo pode acabar já agora e isto tem de ser feito!
Haja paciência para tanta falta de timing por parte deste corpinho.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Só uma gaja entende isto (VI)

Pois que ginásio nem vê-lo. Ah e tal, no ínicio do ano é que vai ser. O caraças! Desculpas e mais desculpas e cá ando eu a precisar de exercitar a banhola mas sem me chegar muito ao exercicio. De modo que esta semana decidi voltar às famosas meias de descanso. E o que é que isso tem a ver com o exercicio? Ah pois é bebé. Experimentem lá vestir, logo pela manhasinha, uns collants 3 números abaixo do vosso, deitadas e de pernas para o ar. É uma maravilha para os abdominais, para o musculo dos braços, para a circulação. Fico com as pernas com metade do diametro e a deitar os bofes pela boca. Parece enfim, segundo o gajo, que tenho umas armaduras nas pernas (que isto passe rapidamente para a zona da barriga. É tudo o que eu peço!)
Portanto, acho que hoje tenho de me dar os parabéns a mim mesma: pelo empenho na coisa. Agora só falta mesmo o ginásio propriamente dito. (porra e agora a sério: acho que continuo na mesma!)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Este não é um baby blog (I)
O Bolinho de Laranja, amiga do peito e já amplamente falada aqui, está grávida. Estou que nem me aguento com a novidade. Passei o fim-de-semana todo às voltas com a baba. Ainda não me pespeguei num qualquer centro comercial a delirar com as coisinhas de bebé mas esta semana não falho! De qualquer forma, lá mais para o fim da gravidez está prometido um chá de panela com tudo o que é tia vaidosa para que ao baby não falte nada!
De modo que é assim, espero que a mamã Arsénio fique menos enjoada e que o papá Pintinho continue de peito inchado e que o baby nasça logo para eu poder passear aquela coisa má linda pela rua.
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