Às vezes achamos que encontrámos a excepção e por isso vamos, acreditamos e somos em nome de um sentimento que julgamos que nos dignifica. E daí, talvez nos dignifique mesmo, não sei bem. (os nossos olhos só vêem aquilo que nós queremos ver e mais nada além disso) Acho-me muito moral para ser isenta nessa análise.
Acontece que me apercebi que talvez a excepção que eu procuro não seja bem aquela mas uma outra, tão próxima e tão visível. Questiono-me então: Como é possível não ter visto há mais tempo uma coisa que me entrava pelos olhos dentro? Será que ultrapassei o gostar e passei a gostar mais do gostar da situação do que das pessoas? Apercebi-me também do meu potencial, da minha qualidade. Tomei consciência do que sou e por isso julguei-me digna por mim mesma, sem precisar de um sentimento, pessoa, situação, sei lá mais o que.
Eu quero o melhor dos melhores para mim.
Sou muito feliz.
Desejo um amor forte.
Na minha profissão só tenho êxitos e todos me respeitam e reconhecem.
Vou ter uns filhos maravilhosos.
A minha casa será a mais bonita e alegre.
A minha vida é maravilhosa.
Baixinho, num gesto quase infantil, eu peço e acredito que terei tudo o que me dignifica e, por isso, me torna mais mulher, mais serena e mais bonita. Recebo isso de coração e de braços abertos.
É que hoje senti profundamente que independentemente do sitio onde vou chegar, o importante é estar e ser AGORA. E é nesse estado que procuro amar-me e amar incondicionalmente.
terça-feira, 31 de julho de 2007
A pequenina de hoje....

.... a Chocolate, a minha querida Chocolate.
Uma das pessoas mais importantes para mim, de quem eu gosto porque sim, com quem me é impossível não estar. Embora longe, e nestes últimos tempos isso tenha sido uma constante, a minha amiga tem um significado especial. É reciproco, bem sei (sem esquecer a outra, a amiga C.) Por isso, todo o meu amor vai hoje direitinho para ela!
segunda-feira, 30 de julho de 2007
a reter...
Quero ser a última a chegar ao teu coração e depois, ficar lá
É por isso que eu não me importo de esperar
Qto mais te quero, mais sei esperar
Eu espero.
(Desconheço o(a) autor(a). Quero no entanto agradecer-lhe a sensibilidade!)
É por isso que eu não me importo de esperar
Qto mais te quero, mais sei esperar
Eu espero.
(Desconheço o(a) autor(a). Quero no entanto agradecer-lhe a sensibilidade!)
Senhora de mim
Senhora quem chamais
quando passo ao vosso lado
senhora quem olhai pondo
os olhos no passado
Senhora é bom esquecer
esse triste amor ardente
poois não sabeis viver
ao sabor do amor ausente
Não há rosas pra vos dar
tenho alguém por quem esperar
Senhora o meu amor
não vive num castelo
senhora o meu amor
é doutro olhar mais belo
Eis as rosas que lhe vou dar
há mil rosas pra eu lhe dar
A. Guimarães
sexta-feira, 27 de julho de 2007
As aventuras dos 3 mosqueteiros

Ontem à noite foi noite de gossip.
"- Vou fazer uma tatuagem nas costas. "
"- Ah! se fazes isso nunca mais te falo. "
"- Tenho o teu livro no carro."
"- Então e o outro? Eram 2."
"- Dou-te para a semana."
"- Convidaram-me para dar aulas no meu antigo Colégio."
"- E tu???"
Já sentia falta. Gosto muito delas as duas, cada uma ao seu estilo, completamente diferentes. A mistura das 3 dá uma coisa que me agrada particularmente.
Fomos experimentar um restaurante novo na cidade que, sinceramente, não recomendamos! Parece um refeitório, há muito barulho de fundo, a comida é boa mas cara e em pouca quantidade. Não vale a pena dizer o nome do dito! Certo é que não voltamos lá.

Conversámos sobre tudo: as novidades do trabalho de uma, o projecto de duas delas, as soluções para o próximo ano lectivo de outra e a relações de duas delas. Adoro isto: quando gostamos de alguém e esse alguém está com um problema, primeiro achamos sempre que temos a solução, depois temos a certeza que essa solução é a ideial - fácil, rápida, etc! - e a seguir queremos ver, rapidamente, essa pessoa bem. Somos tão parecidos.
Rimos,trocámos de sítio, falamos do mestrado e da tese, brindamos a nós e quando uma dela estava já quase a adormecer - não tiremos o protagonismo à Cinderela porque à nossa amiga dá-lhe a quebra antes da meia-noite - viemos embora.
Combinámos um jantar destes todos os meses, em casa de uma ou de outra, não importa.
terça-feira, 24 de julho de 2007
Ponto da Situação: a preparar o próximo fim-de-semana
Análise SWOT
Pontos Fortes
há um moderador entre nós
estamos poucas vezes juntos
não há miudos nem velhos
Pontos Fracos
mau feito de alguns participantes
os antecedentes das nossas relações
a nossa idade
Oportunidades
vamos conhececer um sitio novo
o hotel tem piscina e está perto da praia
é só um fds
Ameaças
são mais de 48 horas todos juntos
só levamos um carro
estamos demasiado longe de casa
Conclusão: Para jogarmos à Sueca, alguém tem de ficar de fora!
Pontos Fortes
há um moderador entre nós
estamos poucas vezes juntos
não há miudos nem velhos
Pontos Fracos
mau feito de alguns participantes
os antecedentes das nossas relações
a nossa idade
Oportunidades
vamos conhececer um sitio novo
o hotel tem piscina e está perto da praia
é só um fds
Ameaças
são mais de 48 horas todos juntos
só levamos um carro
estamos demasiado longe de casa
Conclusão: Para jogarmos à Sueca, alguém tem de ficar de fora!
Só no Alentejo é que é
Este fim-se-semana acordei todos os dias assim: Serra de S. Mamede, uma varanda com o pequeno-almoço, a piscina e muito descanso. Já me tinha esquecido de como podem ser importantes estes tempos.
O tempo chegou. A cara ficou queimadinha e eu, eu fiquei cheia de vontade de passar um ano inteiro assim, no passeio!
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Coisas Fáceis (II)
Continuando a minha lista:
(a quem apetecer, por favor, acrescente o que a alma quiser)
amar mesmo quando não concordamos com as opções dos outros
rir por conhecermos o Amor e por ele nos piscar o olho
acordar com muitos muitos muitos beijinhos e descobrir que não estamos sós
usar o relógio no pulso sem o consultar
vir de férias e continuar com quem amamos
saber esperar
confiar em nós e no que somos
ser leve e sorridente
(a quem apetecer, por favor, acrescente o que a alma quiser)
amar mesmo quando não concordamos com as opções dos outros
rir por conhecermos o Amor e por ele nos piscar o olho
acordar com muitos muitos muitos beijinhos e descobrir que não estamos sós
usar o relógio no pulso sem o consultar
vir de férias e continuar com quem amamos
saber esperar
confiar em nós e no que somos
ser leve e sorridente
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Mercado Medieval em Óbidos

Ontem passámos o dia em Óbdidos.
Programa de familia portanto saímos cedo de casa e lá fomos em filinha indiana.
"Cuidado com o miudo!"
"Onde está o pai?"
"A mãe foi comprar postais."
Costumo dizer que é bom estar em familia. O tom que emprego é um tanto ao quanto sarcástico porque na verdade gosto de confusões mas não de confusões assim tão grandes. De modo que por lá andámos, divertidos q.b. até começar o Mercado Medieval.
A partir daí foi a festa total. Nunca vimos nada assim. Música. Personagens saídas dos contos de fadas. Bruxas e duendes. Mágia e duelos. Não conseguimos ver tudo pois os olhos não chegavam. Fizemos uma selecção de espetáculos e de coisas de comer e andámos, andámos muito!
Quando começou a anoitecer vestimos todos os casacos e mantas que levamos e que, até ai, julgavamos superfluos. (ehehehehe) Os muidos trajados a rigor brincaram ainda com os escudos e as espadas que lhes comprámos. Por pouco tempo. Infelizmente para todos: pediram colo, rabujaram com sono e só se calaram quando viram o carro. Viemos cedo portanto.
Mas eu volto lá. Ai volto volto!!!
As três
domingo, 15 de julho de 2007
Coisas Fáceis
Começo hoje a enunciar algumas mas inúmeras coisas que são fáceis e que conseguimos fazer sempre, desde que queiramos, claro:
estar com quem nos faz sentir especiais
dizer: "Gosto de ti! E nem sei muito bem explicar este amor."
sorrir porque tudo nos parece bem
ir, independentemente do sítio
sonhar e depois construir todos os dias um bocadinho dessa "nova coisa"
deitar abaixo os blocos de cimento do nosso coração
ouvir quem nos ama sem julgar as suas intenções
dizer: "Vai. Eu vou contigo" ou "Vai e lembra-te que vou estando aqui."
ter a certeza de que o centro do nosso mundo somos nós
não duvidar do que o nosso corpo nos diz.
estar com quem nos faz sentir especiais
dizer: "Gosto de ti! E nem sei muito bem explicar este amor."
sorrir porque tudo nos parece bem
ir, independentemente do sítio
sonhar e depois construir todos os dias um bocadinho dessa "nova coisa"
deitar abaixo os blocos de cimento do nosso coração
ouvir quem nos ama sem julgar as suas intenções
dizer: "Vai. Eu vou contigo" ou "Vai e lembra-te que vou estando aqui."
ter a certeza de que o centro do nosso mundo somos nós
não duvidar do que o nosso corpo nos diz.
quinta-feira, 12 de julho de 2007
e a partir de hoje vai continuar a ser....
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAABBBBBBBBBBBBBBBUUUUUUUUUUUUUUnnnnnnnnnnnnnnnnnnnDDDDDDDDDDDDDDDDDDÂÂÂÂÂÂÂÂÂÂÃÂÂnnnnnnnnnCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!
muita mesmo!! muita!!
É mesmo verdade: SOU ABENÇOADA!!!
muita mesmo!! muita!!
É mesmo verdade: SOU ABENÇOADA!!!
Neste bairro do amor
Pois é!
Depois de jantar um cafézinho. Um bar engraçado. Uma brisa suave e sempre a conversa. Muita coisa para dizer. Confidiências a trocar, conselhos de amigo, aventuras. Pode dizer-se que de uma forma geral tudo cabe em nós. Há anos que é assim. A única, mesma a única para a qual não há espaço, é para a paixão.
(E pensar que um dia disseste que nunca se voltaria a repetir. Arrancaste furiosamente com o carro, para nunca mais. Pergunto-me agora, se algum dia os teus olhos deixaram de tombar diante dos meus?)
Gostava de te dizer que há outras coisas para além da cerimónia de Setembro e que nunca (isso meu querido amigo, é que mesmo nunca!) pudemos dar um passo contra alguém. Não peço desculpa porque não há nada a perdoar. Mas queria que soubesses que quanto mais tempo passa, mais certezas tenho de que não é por ai.
(Que será de ti depois?)
Depois de jantar um cafézinho. Um bar engraçado. Uma brisa suave e sempre a conversa. Muita coisa para dizer. Confidiências a trocar, conselhos de amigo, aventuras. Pode dizer-se que de uma forma geral tudo cabe em nós. Há anos que é assim. A única, mesma a única para a qual não há espaço, é para a paixão.
(E pensar que um dia disseste que nunca se voltaria a repetir. Arrancaste furiosamente com o carro, para nunca mais. Pergunto-me agora, se algum dia os teus olhos deixaram de tombar diante dos meus?)
Gostava de te dizer que há outras coisas para além da cerimónia de Setembro e que nunca (isso meu querido amigo, é que mesmo nunca!) pudemos dar um passo contra alguém. Não peço desculpa porque não há nada a perdoar. Mas queria que soubesses que quanto mais tempo passa, mais certezas tenho de que não é por ai.
(Que será de ti depois?)
quarta-feira, 11 de julho de 2007
terça-feira, 10 de julho de 2007
É p'ra hoje!!
quarta-feira, 4 de julho de 2007
terça-feira, 3 de julho de 2007
Sobre o gostar e o deixar gostar-se (VI)
Gosto daquela fatia da população mundial que são os "manos". Daqueles seres humanos fantásticos que reparam em nós e nos sorriem. Daqueles com quem sabemos que podemos ir até ao fim do mundo que nada nos acontecerá. Daqueles com quem é sempre fácil estar e falar.
Gosto do tempo que "gastamos" com eles. Das coisas que dizemos e daquelas outras que eles adivinham. Gosto do amor que sentimos por eles e ainda do outro que eles nos dedicam, incondicionalmente. Gosto das coisas que construimos juntos e também do que levamos contruído para lhes oferecer.
Assim é. Este GOSTO em se gostar e se ser gostado. Uma força que nos entra bem dentro e nos preenche a alma.
Mesmo que o dia esteja triste ou que no mundo tenha estoirado uma bomba. Mesmo que nos digam que somos medíocres ou que já nos esqueceram e por isso não interessamos mais. Mesmo que sejamos diferentes do que já fomos, ainda assim... os MANOS!
Os nossos MANOS!
Gosto do tempo que "gastamos" com eles. Das coisas que dizemos e daquelas outras que eles adivinham. Gosto do amor que sentimos por eles e ainda do outro que eles nos dedicam, incondicionalmente. Gosto das coisas que construimos juntos e também do que levamos contruído para lhes oferecer.
Assim é. Este GOSTO em se gostar e se ser gostado. Uma força que nos entra bem dentro e nos preenche a alma.
Mesmo que o dia esteja triste ou que no mundo tenha estoirado uma bomba. Mesmo que nos digam que somos medíocres ou que já nos esqueceram e por isso não interessamos mais. Mesmo que sejamos diferentes do que já fomos, ainda assim... os MANOS!
Os nossos MANOS!
Às vezes, o amor!
Nem sempre é fácil vivermos com este EU que nos habita e fala, sente e pensa, muitas vezes, de forma independente de nós. Tenho, nestes últimos tempos e dadas as circunstâncias, pensado muito no que afinal vem a ser este EU. Por defeito de nascença, comparo-me sempre. Mesmo dentro de mim procuro uma situação semelhante, um modo igual, alguma coisa que me faça lembrar o que estou a viver.
(-Há quem diga que esse é um medo enraizado da mudança. Não sei bem, mas pouco importa agora.)
De modo, que outro dia julguei, mais uma vez, estar a viver tudo outra vez. Mais ou menos como ver o mesmo filme 2 noites seguidas. Mas depois, com mais seriedade, percebi a impossibilidade do acontecimento pelo simples facto de eu já não ser mais quem era. Quem bom! A descoberta e a conquista. O Ser e o Sentir. Arrumar as coisas dentro da cabeça e dize-las claramente. Ouvir com atenção o meu coração e repetir com os lábios, num gesto imponderado, pom-pom-pom.
(-Há quem diga que esse é um medo enraizado da mudança. Não sei bem, mas pouco importa agora.)
De modo, que outro dia julguei, mais uma vez, estar a viver tudo outra vez. Mais ou menos como ver o mesmo filme 2 noites seguidas. Mas depois, com mais seriedade, percebi a impossibilidade do acontecimento pelo simples facto de eu já não ser mais quem era. Quem bom! A descoberta e a conquista. O Ser e o Sentir. Arrumar as coisas dentro da cabeça e dize-las claramente. Ouvir com atenção o meu coração e repetir com os lábios, num gesto imponderado, pom-pom-pom.
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