terça-feira, 3 de julho de 2007

Sobre o gostar e o deixar gostar-se (VI)

Gosto daquela fatia da população mundial que são os "manos". Daqueles seres humanos fantásticos que reparam em nós e nos sorriem. Daqueles com quem sabemos que podemos ir até ao fim do mundo que nada nos acontecerá. Daqueles com quem é sempre fácil estar e falar.

Gosto do tempo que "gastamos" com eles. Das coisas que dizemos e daquelas outras que eles adivinham. Gosto do amor que sentimos por eles e ainda do outro que eles nos dedicam, incondicionalmente. Gosto das coisas que construimos juntos e também do que levamos contruído para lhes oferecer.

Assim é. Este GOSTO em se gostar e se ser gostado. Uma força que nos entra bem dentro e nos preenche a alma.

Mesmo que o dia esteja triste ou que no mundo tenha estoirado uma bomba. Mesmo que nos digam que somos medíocres ou que já nos esqueceram e por isso não interessamos mais. Mesmo que sejamos diferentes do que já fomos, ainda assim... os MANOS!
Os nossos MANOS!

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