Quero cá saber: trabalho por gosto muito do que faço. Claro que a contrapartida ao final do mês é um poderoso incentivo. Mas nada, nada, se compara à satisfação de fazer uma coisa que nos vem do fundo. Mesmo que dê uma grande dor de cabeça (nem tudo são doces), mesmo que alguém se lembre, um dia, de desconsiderar (gente que não é capaz de ver os outro brilhar, há em todo o lado), mesmo que, por vezes, pense na segurança de um trabalho das 9-5h, eu sou muito aquilo que faço.
Depois há quem diga: ainda acredita no Pai Natal. Coitada, é tola!
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