quarta-feira, 20 de junho de 2007

Para a história fica o dia de hoje

Às vezes não temos muita paciência: para nós mesmos, para os outros, para a vida. E hoje, como se fosse um presente-surpresa aconteceu. Percebi claramente que o pior inimigo de nós mesmos é esta nossa falsa crença que tudo tem de ser muito bom, à nossa medida e para já. Sem dúvida que haverá coisas assim. Mas o que eu descobri foi que temos de ter sensibilidade para perceber quando estamos a ser injustos com as coisas e, portanto, impacientes connosco.

Gostar de se falar, planear, ir e depois avaliar essa ida. Uma mão cheia de hipóteses. Mas tomar a decisão de "não ficar" era tudo o que eu mais queria.

Melhor será dizer que bom bom não foi o acontecimento em si mas a mudança que ocorreu entretanto. Sim, a mudança que eu achava que nunca seria real, aquela que eu jurava ser apenas um ideal.

"- Para a frente. E agora o que vou fazer?"

Sei lá! E isso é importante saber agora? Não!!! Essencial é saber que queres ir e que a tua meta fica para lá do descritivel. E que vais. Vamos! Onde for. Mas sempre para mais.

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