
Tudo é muito relativo. Percebi melhor isso este fim-de-semana. Verdades absolutas não existem e o importante importante é mesmo estarmos atentos. De olhos bem abertos e ouvidos à escuta.
Nem sempre somos tão independentes face aos nossos pais, como haviamos calculado. Às vezes, dizem ou fazem-nos crer que apesar da nossa idade, ainda quem manda são eles.
Nem sempre o que eles dizem, ou nos querem exigir é o melhor para nós. São nossos pais e isso significa que gostam de nós incondicionalmente. Mas mesmo assim não devemos seguir à risca o que nos ditam.
Nem sempre é fácil estar com uma pessoa de quem gostamos muito, estando ela com uma terceira que não nos conhece e que fica um pouco apreensivo por nos ver.
Nem sempre conseguimos ser firmes e determinados, clarividentes e rápidos com os nossos amigos. Na verdade, se gostamos deles, mastigamos tudo, tudo, tudo até nos esgotarmos.
Dai a necessidade de atenção e de verdade. Connosco e com nos é chegado. E para mim, desta vezes, o facto de ter conseguido dizer, ao invés de ficar a enrolar a língua na boca representou um alivio. Porque disse e não foi assim tão difícil. Afinal as minhas palavras até são bem claras. E disse o que sentia, com verdade.
Procurei estar atenta e não transformar o meu discurso num valente cadeirão de madeira maciça. Interessa-me o melhor, eu, e crescer sem prisões com o mais consciente de mim possível. Essa é mesmo a minha única atenção.
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