
Somo já uma infinidade deles a "segurar" no anel.
Gostamos de mãos mas não daquelas que se metem demasiado. Gostamos mais das que são discretas, delicadas, doces. Que transmitem e passam a mensagem. Como um trunfo, um tesouro por descobrir.
Não queremos saber tudo já, mas ter a alegria de ir descobrindo, descobrindo-nos.
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