sexta-feira, 2 de maio de 2008

Aqui somos felizes: nós no novo


E quando o novo é maior que nós?

E quando julgamos preferir o velho, bolorento e cheirar mal, ao novo, fresco e cheio de vida?

E quando juramos que não sabemos lidar com as bênçãos que temos?


É um sabor a azedo que procuramos combater com uma colher de compota da alma.

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