
Ainda nem tinha entrado em casa quando a D. Ermelinda interrompe a conversa com a vizinha para me dizer:
- Espere ai, espere ai. Tenho aqui uma coisa para lhe entregar.
Um ramo de geribérias de várias cores. Muitas. Lindas.
Apressei-me a abrir o envelope para ver quem é que se tinha lembrado de tamanha surpresa. A letra era de máquina e a mensagem falava de amor e de datas: que bom!!!
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