terça-feira, 3 de março de 2009

Acerca das escolhas, de nós e da eternidade (III)


Não sou pulguita (a saltirar entre um sítio e outro). Também não sou forminha (sempre a trabalhar). Sou uma, igual a tantas outras: despachadita, às vezes muito ligada ao melodrama (há que o dizer com toda a frontalidade) que gosta de algumas coisas que faz (e seria desejável que elas se multiplicassem rapidamente, sim?) e, o fundamental, se recusa a beber vinagre ao pequeno-almoço (oh por favor, amarguras é que não).
Então, pois, que de modos, é assim: para a coisa correr mesmo bem, mas mesmo bem bem bem, eu só preciso de dormir e namorar mais um bocadinho. É só mesmo para ver se não acontece como ontem: adormeci eram 7h da tarde.

1 comentário:

bramirez37 disse...

Talvez este não seja o local ideal para a minha expressão, mas fica aqui de qualquer forma.

Gosto muito de te ler, da maneira livre, louca, quente e bem disposta com que te expressas.

Gosto dos altos e baixos e de ficar baralhado por no meio de tanta letra perceber tão pouco do que se passa.

Gosto da simplicidade, da organização e da beleza do teu espaço.

Obrigado pelo que escreves.

É bom!