quinta-feira, 18 de junho de 2009

No reino da gente maluca

Não há margens para dúvidas: eu atraíu gente doida com respostas parvas na ponta da língua. E quanto mais o tempo passa, mais a coisa refina. E é vê-los a presentear-me com as suas linguas afiadas e a sua falta de sensibilidade. De modo que ontem, ao telefonde com o V. e a C., eles sugeriram uma coisa muito engraçada: em vez de guardar bem guardadinhas estas respostas de m...., se eu as exteriorizasse para que não me "risse" sozinha ou, qui çá, sirvessem de exemplo a outros tantos. (Vá vá, a partir de agora vão lá chatear outros porque eu já tenho a minha dose e toda a maneira não sou psicologa.)
Diz o Tio à sobrinha a propósito do convite que lhe foi feito para o casamento da sobrinha:
- Pois, lá tenho que ir não é? Que remédio.
Responde a amiga próxima da família à filha dessa familia na sequência do convite de casamento:
- É que sabes, eu odeio ir a casamentos. Mas pronto, as pessoas continuam a insistir em se casar. O que é que eu hei-de fazer? Ainda por cima em Julho. E eu que adoro praia. Quem me tira a praia, tira-me tudo. Perder um dia inteiro de praia....
Bom, e o que eu espero é que da próxima vez tenha a presença de espirito de os mandar todos àquela parte, sem o minimo de remorsos. Quer dizer, o meu ideal ideial mesmo era que não me voltassem a presentear com semelhantes "postas de pesca". É que eu até sou uma menina educada e queridinha e que gosto de toda a gente (menos gente parva!)

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