segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A geringonça

É oficial: irrita-me a informática de uma forma geral. A coisa não tem que ver com a máquina em si, nem com a net ou mesmo com um programa em específico mas com, basicamente, TUDO. É verdade que eu sou uma rapariga acelerada mas se não é para fazer as coisas rápido e sem falhas porque se inventou esta geringonça pesada, cara e ainda por cima SENSÍVEL? Senhores... Com tantas idiossincrasias, prefiro as pessoas. Ao menos conversam com a gente!
Ora não haveria grande alarido em torno deste meu handicap se o Sr. Eng., lá está, não fosse, Eng. Informático e o resultado, está bom de ver, não poderia ser mais catastrófico: o Sr. Eng. a irrita-se comigo por eu me irritar com os estúpidos dos computadores. (eh pá, e quando ele me diz que a máquina tem sempre razão?! Eu até deito fumo!) Estúpidas máquinas irritantes! Livra.
  • Andam devagar, devagarinho. Eu bem posso fazer 3 ou 4 coisas ao mesmo tempo que o parvo do PC não se mexe.
  • Não gravam, por defeito, TUDO.
  • Não têm uma inteligência artificial básica: complicam mais que uma gaja (se é que isso é possível!?)
  • Quando uma pessoa mais precisa destas atrofiadas máquinas é quando elas falham
  • Não sabem reconhecer intrusos, vírus (eu não disse que elas complicam mais que uma gaja?!?!)
  • É preciso ter um doutoramento para perceber como é que elas funcionam (e mesmo assim não é garantido)
  • Não lêem pensamentos. Ou pior, quando queremos fazer qualquer coisa, a geringonça não é intuitiva e não responde de imediato aos nossos anseios.

De modo que por estes dias andamos assim: meia-coisa com esta coisa, a geringonça!

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