Ontem, depois do despiste da gripe A, a médica mandou para a Segurança Social um papelinho a dizer que até amanhã, eu estou de molho. Receitou-me 2 ou 3 comprimidos e tirou-me da cabeça aquela ideia peregrina que eu tinha sobre mim mesma: UMA RAMBA! Agradeci-lhe mas vim para casa danada. Quer dizer, danada q.b. Doente, eu não consigo propriamente enfurecer-me. Limito-me a dizer um mal amanhado: "não quero!" mas faço porque os microbios deram-me conta do mau feitio. A minha mãe tinha ido comigo. Já me conhece e por isso, à saída, a medo, disse-me: "Acho que a Sra. Dra. tem razão. Ela é uma maravilha." Como disse, eu estou mesmo doente, maneiras que nessa altura eu só quis chegar a casa e enfiar-me na cama.
Hoje, de manhã, a mesma pouca disposição, as tais mil actividades para preparar. Ligo o PC. Os olhos brilham, o nariz corre, o corpo doei mas melhor. Melhor. Por isso aqui estou eu. A ver até quando me aguento.
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