"Satisfeito então por essa construção lógica e palpável, o investigador assume um novo lugar no processo do seu estudo. Desenvolve o "risco" da sua obra, utilizando os meios ao seu alcance, ocupando espaço de eleição, a arte da escrita. O fim do estudo é a meta desejável. Comprazido com o que poder fazer agradece aos deuses, o bom porto onde o deixaram. Tempos depois de descansar já não se recorda bem dos caminhos e adversidades porque passou e promete, a si mesmo, retornar. Ele e todos os outros que vierem depois dele. Assim o mundo avança..."
Jorge Custódio
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