quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Em forma de mimo



Eu. Ontem à noite a chegar a casa. Não produzi lá grande coisa mas ia com sono e mais tranquila.

Cara e corpo de mimos, como diz a amiga C. Quem disse que já se é crescido para ter miminhos? É verdade que não gosto de os pedir e, às vezes, não tenho paciência para os dar. Mas é tão bom, depois de um dia de trabalho e de uma birra sem tamanho, um colo. Ficar assim... a ser abanada, com muitooooos beijinhos, com muitas festas, a dizer que somos o melhor em tudo. Um abraço tão bom!

De modo que nem sei muito bem como não adormeci logo ali. À laia de gato que vai fechando os olhos e vai ronronando, o camião de mau-feitio que eu sou foi-se perdendo.

E foi tão bom adormecer ainda a sentir aqueles mimos...