- Escrevo, escrevo, escrevo e faz tudo sentido. Quando vou ler, nem tanto.
- Percebo que quanto mais leio menos percebo e que consequentemente o que está para trás, está tudo mal.
- O que escrevo é sempre a conclusão do que penso em vez de ser o resumo.
- Ao fim de algum tempo, sinto-me profundamente dividida entre o não parar de trabalhar porque amanhã não sei onde vou e o JÁ CHEGA!
- Vou trabalhando cada vez mais perto do monitor do computador.
- Escrevo e ao lado tenho sempre um caderno onde vou apontando ideias que surgem e que podem servir para qualquer coisa que vem a seguir.
- Quando vou ler as notas, a larga maioria não serve para nada porque eu não apontei a ideia toda e portanto, perdi-me.
- Digo alto e bom som impropérios como: não pá, não é nada disso que eu quero! ou Boa. É mesmo isso.
- Mais tarde ou mais cedo, pergunto-me sempre: eh pá, o que é que eu estou mesmo à procura?
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Alguns problemas que o trabalho de pesquisa levanta
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