quinta-feira, 15 de julho de 2010

A florsinha que há em mim

Ontem o trabalho não correu bem. As pessoas gostaram, perguntaram o que é que eu fazia mais ali naquela xafarica, perguntaram quando podem voltar, perguntaram pelo próximo ano lectivo e que ideias tinha para lhes propor mas eu achei que não correu nada bem. Troquei-me no início, excedi o tempo, não estive no meu melhor. E porquê? Porque sou uma florsinha, a bem dizer da verdade! Chateio-me com uma pessoa de quem gosto muito e a partir daqui ou vou para casa direitinha que nem um fuso para não sair de lá enquanto não resolver a chatice; ou, meus amigos, deixem passar: eu sou um camião! Resumindo, não posso ter priclocos com pessoas chegadas: eu não sei separar as águas!
De modo que jantei eram quase 11 da noite. Eu já nem via bem o prato, nem o gajo, nem a cozinha. Fui-me deitar passado pouco tempo com a sensação de dever pouco cumprido. E hoje estou para aqui a congeminar alguma coisa para a próxima actividade. A ver se a coisa me sai melhor.

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